Top Borgonha
 O grande show do Grand Cru Por Celso Arnaldo Araujo Fotos Daniel Cancini
Foi uma seleção de rótulos para impressionar os enófilos mais tarimbados. Só Borgonhas. E só Grands Crus – o top de linha dessa região francesa que é um dos dois territórios vinícolas de maior prestígio no mundo. O outro, claro, é Bordeaux. Beber um Borgonha – depois de inebriar-se com aromas que inundam o olfalto de sensações múltiplas – continua sendo um dos grandes prazeres do mundo civilizado. Beber cinco, numa mesma mesa, é efeméride. Para comemorar os 4 anos de GW Gastronomia, José Osvaldo Amarante (abaixo, sem paletó), diretor-técnico da Mistral, reuniu um quarteto de enófilos, todos membros de confrarias em São Paulo, em torno de cinco rótulos que são verdadeiros objetos de desejo do mundo do vinho. Cada um trouxe um Borgonha. Na mesa do Rufino´s, acompanhados dos portentosos frutos do mar da casa, esses supervinhos deram, literalmente, um show de bom gosto
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| As cinco jóias da Borgonha degustadas em teste às cegas. O primeiro à esquerda, o Clos de Vougeot Méo-Camuzet 2004, seria o vencedor |

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